terça-feira, 3 de setembro de 2013
FLORES DA SÍRIA
(Por Samira Hadara)
Os retângulos de minha boca maldita
Jaz a medida de minha alma redonda
Parir metragens
Eis os espíritos que ardem
Boca de baco
Falas de Almodóvar
Faz os anjos em hexágonos frívolos
Pentagramas de sangue
Estrelas circulares
Em sangue faz-se a estrela
Que estrangula meus antepassados
Às margens dos gazes
Sensações
Morte
Sorte
Andarilho que grita, geme e suplica pausas
Ouçam os ouvidos mais surdos
Olhem os que cercam como chacais
Não pensem na rosa de hiroshima
Pensem nas flores da síria.
Samira Hadara 01/09/2013
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